SABIA QUE...?

Janeiro 07 2005
MOTA AMARAL


Declarações de Carmo Seabra são «lamentáveis»


O Presidente da Assembleia da República considerou, esta quinta-feira, «lamentáveis» as declarações da ministra da Educação, que disse não ser «interessante» a sua presença no Parlamento para explicar os resultados da auditoria ao concurso de professores. PS, PCP e BE também não se pouparam em críticas.



Um dia depois da ministra da Educação ter dito que não ia ao Parlamento para dar explicações sobre os resultados da auditoria ao concurso de professores, Mota Amaral teceu fortes críticas a Maria do Carmo Seabra.



«Considero absolutamente lamentáveis as declarações da ministra da Educação e já transmiti esta minha posição ao Governo», afirmou Mota Amaral, na Assembleia da República.



Pegando nestas declarações, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, considerou que existiu «um equívoco» e desafiou o Governo a fazer-se representar pela ministra da Educação no debate, e não pelo ministro ou secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, como foi anunciado.



«Que fique absolutamente claro: o que foi pedido pelo PCP e aprovado na conferência de líderes foi a presença da ministra da Educação», sublinhou Bernardino Soares, posição corroborada pelo vice-presidente da bancada socialista, José Magalhães.



Segundo o deputado do PS, «em nenhum momento esteve em causa que o Governo pudesse estar representado por outra pessoa, que não a ministra da Educação».



Por seu lado, o deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, disse que, com a ausência da ministra da Educação, «é toda a actividade de fiscalização do Governo pelo Parlamento que fica em causa».



Sarmento diz que presença da ministra era «dispensável»



Interpretação contrária acerca desta questão foi, naturalmente, manifestada pela bancada do PSD e pelo Governo.



Morais Sarmento, ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, considerou «dispensável» a presença da ministra, sublinhando que «ao optar-se por divulgar publicamente o documento, os deputados não estão a ser desconsiderados».


publicado por Lumife às 00:53

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