SABIA QUE...?

Setembro 17 2004
david-1.jpg



Obra do escultor Miguel Angelo (Renascimento). Mede pouco mais de 4 mts e é


totalmente de mármore. Data de 1501-1504 e pode ser visto em Florença.

publicado por Lumife às 00:43

Setembro 17 2004
david.jpg
publicado por Lumife às 00:37

Setembro 15 2004
Rodin.jpgO BEIJO - (1888)>p>

.



"Rodin, Auguste (1840-1917), escultor francês, que impregnava o seu trabalho de


grande força psicológica, expressa através do modelado e da textura. É considerado


um dos escultores mais importantes do século XIX e do início do XX. Para ele, a



beleza na arte consistia numa representação fidedigna do estado interior; para


atingir esse objectivo, muitas vezes distorceu subtilmente a anatomia. Produzindo


em mármore e em bronze, as suas obras dividem-se em dois grupos: um estilo mais


característico que revela uma deliberada rugosidade da forma e uma cuidada mode-


lação da superfície e um outro marcado pelo polimento e delicadeza das formas.


.


Do conjunto das suas obras, destacam-se as Portas do inferno (1880),


O pensador (1880), O beijo (1888), Os burgueses de Calais (1884-1888)


e o monumento a Honoré de Balzac (1891-1898)."


publicado por Lumife às 15:15

Setembro 15 2004
Rodin-1.jpg
publicado por Lumife às 14:53

Setembro 13 2004
fome.bmp



.


"A minha mãe é a mais velha de três irmãos. Quando tinha 10 anos, apenas com a 3ª

classe (a 4ª completou-a já adulta), teve que sair do lugar onde vivia e ir servir para


casa de um casal com algumas posses, que viriam a ser os meus padrinhos. Devido


às dificuldades por que passou, a minha mãe sempre deu muito valor à comida


(a história da sardinha dividida por três era recorrente na minha infância).


A minha mãe sempre me obrigou a comer tudo o que havia no prato: «A comida não


é para estragar! É muito cara para deitar fora!»



Talvez por isso, ainda hoje me custe ver sobrar comida. Sempre que deixo alguma


coisa no prato, fico com o sentimento de culpa de quem está a desperdiçar um bem

precioso.



Na escola secundária aprendi que havia três tipos de fome: a fome aguda (que sen-


timos quando passam umas horas sem nos alimentarmos, e que já todos

experimentámos), a fome oculta (resultante da falta dos nutrientes básicos para o

equilíbrio do organismo) e a fome crónica (aquela que só vemos no telejornal, a das

crianças com barrigas de água dos países sub-desenvolvidos).


É justamente da fome crónica que quero falar. Porque é desta fome que falamos


quando falamos da fome.



Provàvelmente devido ao respeito pela comida na minha educação, de todas as


misérias humanas, nenhuma me choca mais do que a fome. Suporto ver tudo:


guerras, doenças, droga, tudo... Menos a fome.


Não consigo compreender um mundo metade consumista, frívolo e fútil, e metade


triste, miserável e faminto.


Não consigo compreender (e ainda ninguém me conseguiu explicar) a coerência


duma sociedade onde o excesso de produção alimentar dá direito a multas, e onde

enterrar ou destruir alimentos é mais usual que a sua distribuição.


Não consigo compreender, e não há de certeza nenhuma teoria que me consiga


convencer de alguma lógica por trás disto.



Podem falar-me de civilização, de democracia, de avanço tecnológico, das merdas


que quiserem.


Mas eu sei que onde há fome, não há liberdade.

"

.


(Cidadão do Mundo)

publicado por Lumife às 22:43

Setembro 12 2004
@012.jpg
publicado por Lumife às 14:58

Setembro 12 2004
Premiações


- Ganhou a Palma de Ouro e o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Cannes.



.




Curiosidades



.



- Em maio de 2004 o diretor Michael Moore declarou que a Walt Disney Pictures havia

proibido a Miramax Films, produtora de Fahrenheit 11 de Setembro e sua subsidiária,

de distribuir o filme nos cinemas americanos. A proibição realmente ocorrera mas,

segundo o Presidente Executivo da Disney Michael Eisner, a decisão havia sido

tomada meses antes e Moore apenas a estava revelando no momento para conseguir

publicidade para o filme.


.


- De acordo com o diretor Michael Moore, a desistência da Disney em distribuir o


longa-metragem através da Miramax ocorreu devido ao temor de retaliações por


parte do Governador da Flórida Jeb Bush, irmão do Presidente George W. Bush, no


que se refere aos incentivos fiscais que o estúdio recebe para a manutenção de seus

parques de diversões e hotéis no local. A Disney confirmou a proibição, mas negou


que fosse este o motivo da decisão.


.


- Para solucionar a questão os irmãos Bob e Harvey Weinstein, donos da Miramax,

compraram por conta própria da Disney os direitos de distribuição de Fahrenheit 11


de Setembro. O valor pago ao estúdio foi cerca de US$ 6 milhões.


.


- Após a compra dos direitos de distribuição, os irmãos Weinstein fundaram uma


nova empresa, chamada Fellowship Adventure Group, e negociaram a distribuição


de Fahrenheit 11 de Setembro nos Estados Unidos com a Lions Gate Filmes e a


IFC Films.


.


- O diretor Michael Moore realizou uma entrevista com Nicholas Berg, que posterior-


mente foi sequestrado e morto por terroristas no Iraque. Em respeito à família de


Berg, o diretor decidiu não incluir a entrevista em Fahrenheit 11 de Setembro.


.


- O escritor Ray Bradbury, autor do livro "Fahrenheit 451", que serviu de inspiração


para o título de Fahrenheit 11 de Setembro, declarou publicamente sua insatisfação


pela utilização do nome no filme sem sua autorização.


.


- Após sua primeira exibição no Festival de Cannes, Fahrenheit 11 de Setembro


recebeu uma sessão de aplausos que durou entre 15 e 25 minutos. Esta foi conside-


rada a maior ovação já recebida por um filme em toda a história do festival.


.


- É o 2º documentário na história a ganhar o Festival de Cannes, sendo também o 1º

americano a conseguir tal feito. O anterior fora Le Monde du Silence (1956).


.


- O diretor Michael Moore fez questão que o filme chegasse aos cinemas americanos

meses antes das eleições presidenciais, de forma a influenciar o eleitor a votar. O


filme foi lançado nos Estados Unidos em 25 de junho.


.

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Premiações<p>
- Ganhou a Palma de Ouro e o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Cannes.<p>

.<p>


Curiosidades<p>

.<p>

- Em maio de 2004 o diretor Michael Moore declarou que a Walt Disney Pictures havia<p> proibido a Miramax Films, produtora de Fahrenheit 11 de Setembro e sua subsidiária,<p> de distribuir o filme nos cinemas americanos. A proibição realmente ocorrera mas,<p> segundo o Presidente Executivo da Disney Michael Eisner, a decisão havia sido<p> tomada meses antes e Moore apenas a estava revelando no momento para conseguir<p> publicidade para o filme.<p>
.<p>
- De acordo com o diretor Michael Moore, a desistência da Disney em distribuir o<p>
longa-metragem através da Miramax ocorreu devido ao temor de retaliações por<p>
parte do Governador da Flórida Jeb Bush, irmão do Presidente George W. Bush, no<p>
que se refere aos incentivos fiscais que o estúdio recebe para a manutenção de seus<p> parques de diversões e hotéis no local. A Disney confirmou a proibição, mas negou<p>
que fosse este o motivo da decisão.<p>
.<p>
- Para solucionar a questão os irmãos Bob e Harvey Weinstein, donos da Miramax,<p> compraram por conta própria da Disney os direitos de distribuição de Fahrenheit 11<p>
de Setembro. O valor pago ao estúdio foi cerca de US$ 6 milhões.<p>
.<p>
- Após a compra dos direitos de distribuição, os irmãos Weinstein fundaram uma<p>
nova empresa, chamada Fellowship Adventure Group, e negociaram a distribuição<p>
de Fahrenheit 11 de Setembro nos Estados Unidos com a Lions Gate Filmes e a<p>
IFC Films.<p>
.<p>
- O diretor Michael Moore realizou uma entrevista com Nicholas Berg, que posterior-<p>
mente foi sequestrado e morto por terroristas no Iraque. Em respeito à família de<p>
Berg, o diretor decidiu não incluir a entrevista em Fahrenheit 11 de Setembro.<p>
.<p>
- O escritor Ray Bradbury, autor do livro "Fahrenheit 451", que serviu de inspiração<p>
para o título de Fahrenheit 11 de Setembro, declarou publicamente sua insatisfação<p>
pela utilização do nome no filme sem sua autorização.<p>
.<p>
- Após sua primeira exibição no Festival de Cannes, Fahrenheit 11 de Setembro<p>
recebeu uma sessão de aplausos que durou entre 15 e 25 minutos. Esta foi conside-<p>
rada a maior ovação já recebida por um filme em toda a história do festival.<p>
.<p>
- É o 2º documentário na história a ganhar o Festival de Cannes, sendo também o 1º<p> americano a conseguir tal feito. O anterior fora Le Monde du Silence (1956).<p>
.<p>
- O diretor Michael Moore fez questão que o filme chegasse aos cinemas americanos<p> meses antes das eleições presidenciais, de forma a influenciar o eleitor a votar. O<p>
filme foi lançado nos Estados Unidos em 25 de junho.<p>
.<p<
- É o 1º documentário na história a ocupar a liderança do ranking de bilheterias nos<p> cinemas americanos após seu primeiro fim de semana de exibição.<p>
.<p<
- É o documentário que esteve em cartaz em mais salas de cinema nos Estados<p>
Unidos em toda a história. Em sua semana de lançamento o filme esteve em cartaz<p>
em 868 salas, sendo que na 3ª semana já estava em exibição em 2011 salas.<p>
.<p>
- A quantia arrecada por Fahrenheit 11 de Setembro em seu fim de semana de<p>
estréia foi de US$ 23,9 milhões. Esta é praticamente a mesma quantia arrecadada<p>
pelo documentário anterior de Moore, Tiros em Columbine, em 3 meses de exibição.<p>

.<p>
(Transcrição: http://adorocinema.cidadedeinternet.com.br)



publicado por Lumife às 14:50

Setembro 09 2004
favelas.jpg



.



Há muito tempo o velho dilema vem se repetindo


Na realidade dramática desta nação:


É o dilema dos “pobres brasileiros”


Que são vítimas da exclusão.


.


São milhões de empobrecidos


Jogados no berço da marginalização;


Milhares de excluídos


Marcados pelas chagas da exploração.


.


São milhões de idosos, jovens e crianças


“Crucificados” sem distinção


Sobrevivendo na miséria


E implorando por solução.


.


São milhões pedindo esmolas...


Mulheres na prostituição;


Crianças abandonadas nas ruas


E inúmeros jovens sem alfabetização.


.


São milhões passando fome


E tantos mil sem habitação


Gente catando comida no lixo


E muitos desesperados na solidão...


.


Este é o Brasil de tantos mil:


O país da exclusão!


Que não partilha sua riqueza


Com a maioria da população.


.


Por isso o pobre ficando mais pobre,


Sujeitando-se à escravidão;


Enquanto o rico, cada vez mais rico


Às custas da dominação!


.


Óh! Terra de tantos mil,


Como dói ver o povo nesta situação.


Óh! Pátria amada e idolatrada, salve...


Salve os teus filhos desta exclusão.


.


Quantas riquezas têm em teu solo


E como é bela tua Constituição.


Onde está “o penhor desta igualdade”?


Eis aí, então, o Brasil da contradição.


.


Porém, o que falta é uma política


Que promova a vida sem discriminação,


Favorecendo os mais necessitados


Com muita partilha e sem concentração.


.


E, também, não falte justiça,


Moradia e habitação


Tampouco dignidade humana,


Empregos e educação...


.


Assim, o Brasil vai mudar


E melhorar de situação


Ajudando aos “tantos mil”


Se libertarem da exclusão!


.


Caso contrário,


O velho dilema crescerá sem direcção


E o pobre excluído se organizará


Em busca de uma nova solução.


.


Levantando a bandeira da luta


Contra essa política de dominação,


Surpreendendo os dominadores


Com uma nova revolução.


.


A revolução dos sem-terra,


Dos encarcerados e dos sem-educação...


Que ensinarão ao Brasil


Como se faz a velha lição.


.


E quando os opressores menos esperarem


Eis que já estará feita a revolução:


Fruto da luta organizada pelos tantos mil filhos,


Os filhos da exclusão!




.


Daniel Macedo

publicado por Lumife às 00:07

Setembro 08 2004
CHECHENIA.jpg



.


Retornando para a Iasnaia Poliana, a sua tão famosa propriedade, Leon Tolstoi


deparou-se, à beira do atalho que tomara, com um exuberante cardo tártaro.


Atraído pela beleza da sua flor, cismou em querer arrancá-lo por inteiro. Puxou,


puxou, até que, num gesto mais vigoroso, o extraiu com raíz e tudo. Ufa! Que obra!


A teimosia da planta em desgrudar-se do chão fez com que, aos poucos, ele recor-


dasse a gente do Cáucaso. Quando jovem, ele servira lá como artilheiro, entre


1851-54, enfrentando a resistência do líder checheno Chamil, que se estendeu até


1859. Como o cardo tártaro que o desafiara, aqueles montanheses - os chechenos,


os inguches, os circassianos, os bats, os ossetianos, os azires e mais 50 outros tantos

grupos étnicos -, tradicionalmente, batiam-se até o fim contra qualquer tentativa de

remoção.



Entrando em casa, Tolstoi sentou-se na sua escrivaninha e, tomando a pena, deu-se


a narrar a fascinante história de Hadji Murat (um lendário personagem, um naib, um


misto de chefe clãnico e valentão foragido da lei, daquele canto perdido do sul da


Rússia).



Áspera, e com altíssimos picos pedregosos, cercados por incríveis despenhadeiros, a

cordilheira do Cáucaso (que liga os dois mares da Ásia Menor, o Cáspio e o Negro), é


uma das esquinas do mundo. Logo, uma torre de Babel. A confusão das falas que lá

impera é tamanha que os historiadores árabes chamaram-na de Jabal al-Alsine,

a "Montanha das línguas". Desde 1723 aquela exótica região começou a cair no


controle do Império Russo, quando Pedro, o Grande, venceu uma curta guerra


contra o xá da Pérsia. Uns anos antes desta vitória, o czar enviara para lá a missão


do Príncipe Volynsky, imaginando que dali, do Mar Cáspio (que a envolve pelo leste),

partia um rio em direcção à Índia, o que lhe abriria as portas do rico comércio com o

Oriente.


Morto logo em seguida à conquista, Pedro não viu nada dessa riqueza. Porém, no


século 19, os russo sentiram-se compensados. Ao redor de Baku, no atual Azerbaijão,

desde 1872, passaram a explorar um dos mais prodigiosos lençóis petrolíferos até


então descobertos. Foi a riqueza desse produto estratégico para a vida moderna, que

atraiu para lá, durante a invasão da URSS pelos nazistas, o Iº Exército Panzer do


General von Kleist, que ocupou a Chechênia em julho de 1942, chegando, com a

entusiasmada adesão dos habitantes locais, a erguer a bandeira nazista no Monte


Elbrus, o pico mais elevado do Cáucaso. Atitude que, como não poderia deixar de ser,


os soviéticos não perdoaram depois que conseguiram expulsar os nazistas da URSS.


A longa duração do domínio que os russos exerceram, e provavelmente ainda


exercerão sobre o Cáucaso, encontra sua explicação na própria leitura do "Hadji


Murad" de Tolstoi. As intensas rivalidades tribais, a existência de religiões adversárias

(cristã e muçulmana, sunita e xiita), e a proximidade de duas poderosas nações islâ-


micas (a Turquia e o Irão) fez com que o fortim russo, com sentinela de plantão, fosse

visto por muitos caucasianos, particularmente os cristãos, como um mal menor, senão

como o único capaz de garantir uma certa ordem e uma relativa paz no caos histórico


em que quase sempre viveram.


Mesmo assim, que se precavessem os russos! O czar Pedro, nas suas instruções ao

príncipe Boris Kurkhistanov, o representante imperial no Cáucaso, recomendou que

lidassem bem com a tribos locais, não lhes causando "constrangimento nem rudeza".

Caso, porém, isso não funcionasse com aqueles povos orgulhosos, que fosse severo


com eles, porque, afinal das contas, como ele disse, oni ne takoi narod, kak v

Evrope!, eles, os chechenos, "não pertenciam às nações européias".


.


Com a flor do cardo despedaçada na palma da mão, Tolstoi lamentou-se. Esganara a

pobre planta para nada. Contemplando o estrago, vendo-a esmaecida, moribunda,


deu-se conta de que seu esforço só a desgraçou. De certa forma, esta é a situação do

exército russo que, em fevereiro de 2000, se adonou de Grozny e de quase toda a

Chechênia, repetindo com as armas o que o grande escritor, num equívoco, fizera,


há bem mais de um século atrás, com as mãos.




publicado por Lumife às 14:11

Setembro 06 2004
file_22610.jpg

.


A Organização Não Governamental "Women on Waves" trouxe a Portugal o barco

conhecido por Navio do Aborto. Trata-se de uma missão para dar apoio às Mulheres


Portuguesas que pretendem interromper voluntàriamente a gravidez.


Logo estalou a polémica. Os conservadores bateram com a mão no peito e negaram


autorização à entrada do navio em águas territoriais. Forças dos mais diversos


matizes reconhecem que essa atitude envergonha o País. O estrangeiro olha de


soslaio para Portugal e ri-se das medidas de segurança : Barcos de guerra a tomarem

conta de um carregamento de pilulas enquanto que carregamentos de droga

continuam impunemente a baixar às nossas praias.


É o País que temos. São os políticos que alcançaram esse poiso sem serem votados.


E as Mulheres deste País o que têm a dizer ??

publicado por Lumife às 21:43

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