SABIA QUE...?

Janeiro 07 2005
reconstruir.jpg



.



"SOS Crianças da Ásia" da Unicef---
CGD - NIB: 003501270002824123054



Médicos do Mundo---
BPI - NIB: 001000009444999000170---
CGD - NIB: 003505510000772213032



Missão na Ásia da AMI---
BES - NIB: 0007001540000000672



Caritas---
CGD - NIB: 003506970063091793082



Apelo da Cruz Vermelha---
BPI - NIB: 001000001372227000970




publicado por Lumife às 12:07

Janeiro 07 2005
bf.bmp



.



Banco de Portugal reviu em baixa previsões para a economia em 2005


Bagão Félix admite crescimento abaixo dos 2,4 por cento




O ministro das Finanças admitiu hoje que a economia portuguesa poderá crescer este ano abaixo dos 2,4 por cento previstos pelo Governo, depois do Banco de Portugal ter revisto em baixa as suas estimativas para 2005.



Bagão Félix, que falava aos jornalistas após uma reunião com o primeiro-ministro e o governador do Banco de Portugal, disse que o crescimento do Produto Interno Bruto "poderá ser inferior aos 2,4 por cento" previstos na proposta de Orçamento para 2005.



O Banco de Portugal reviu hoje em baixa a previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB) português este ano para 1,6 por cento e admitiu que o ritmo de crescimento possa mesmo ser inferior a este valor.



No Boletim Económico de Dezembro, hoje divulgado, o banco central, que em Junho de 2004 esperava um crescimento de 1,75 por cento para 2005, reviu em baixa o ritmo de expansão para este ano e admite uma probabilidade de 60 por cento de o valor final ser inferior aos 1,6 por cento agora estimados.



Confrontado com a disparidade de números, o ministro das Finanças afirmou que quando o Governo apresentou, em Outubro, o Orçamento de Estado para 2005, a sua previsão de crescimento “não andava longe da das organizações internacionais”.



Apesar do pessimismo dos números, Bagão Félix considera possível fazer a consolidação orçamental, reduzindo o défice para um nível inferior a 3 por cento do PIB em dois ou três anos.



Segundo os cálculos do governante, "uma redução de 1,5 por cento do lado da despesa e um aumento de 1,5 por cento em ganhos de eficiência fiscal" permitem contas públicas mais saudáveis em dois ou três anos.



Na reunião em que apresentou o boletim económico, Vítor Constâncio sustentou que "chegou a hora da verdade para a redução do défice orçamental". O economista acredita que é possível Portugal manter os seus compromissos internacionais, mas face à revisão em baixa do crescimento, o país será obrigado a novas medidas extraordinárias.



Numa primeira reacção aos números hoje divulgados, o secretário-geral do PS diz tratar-se de “uma péssima notícia para Portugal que o crescimento seja de 1,6 e não de 2,4 por cento”.



José Sócrates afirma que esta revisão em baixa "põe em causa todos os fundamentos" da política económica do Governo PSD/CDS-PP e coloca Portugal perante “o risco de uma estagnação económica.



O ministro diz que em Outubro a previsão de crescimento feita pelo Governo "não andava longe da das organizações internacionais"



.


(In Publico)


publicado por Lumife às 01:02

Janeiro 07 2005
MOTA AMARAL


Declarações de Carmo Seabra são «lamentáveis»


O Presidente da Assembleia da República considerou, esta quinta-feira, «lamentáveis» as declarações da ministra da Educação, que disse não ser «interessante» a sua presença no Parlamento para explicar os resultados da auditoria ao concurso de professores. PS, PCP e BE também não se pouparam em críticas.



Um dia depois da ministra da Educação ter dito que não ia ao Parlamento para dar explicações sobre os resultados da auditoria ao concurso de professores, Mota Amaral teceu fortes críticas a Maria do Carmo Seabra.



«Considero absolutamente lamentáveis as declarações da ministra da Educação e já transmiti esta minha posição ao Governo», afirmou Mota Amaral, na Assembleia da República.



Pegando nestas declarações, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, considerou que existiu «um equívoco» e desafiou o Governo a fazer-se representar pela ministra da Educação no debate, e não pelo ministro ou secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, como foi anunciado.



«Que fique absolutamente claro: o que foi pedido pelo PCP e aprovado na conferência de líderes foi a presença da ministra da Educação», sublinhou Bernardino Soares, posição corroborada pelo vice-presidente da bancada socialista, José Magalhães.



Segundo o deputado do PS, «em nenhum momento esteve em causa que o Governo pudesse estar representado por outra pessoa, que não a ministra da Educação».



Por seu lado, o deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, disse que, com a ausência da ministra da Educação, «é toda a actividade de fiscalização do Governo pelo Parlamento que fica em causa».



Sarmento diz que presença da ministra era «dispensável»



Interpretação contrária acerca desta questão foi, naturalmente, manifestada pela bancada do PSD e pelo Governo.



Morais Sarmento, ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, considerou «dispensável» a presença da ministra, sublinhando que «ao optar-se por divulgar publicamente o documento, os deputados não estão a ser desconsiderados».


publicado por Lumife às 00:53

mais sobre mim
Janeiro 2005
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
11
12
14

16
17
20
21
22

23
28
29

30
31


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO